Tuesday, February 9, 2010

Applicativos para Twitter via Celular.

twitter

Senhores,

Viciado em Twitter não fica restrito ao seu uso no computador, certo? Levar a experiência do microblog para o celular é algo que pode ser feito usando a versão móvel do site (m.twitter.com), mas que fica bem mais fácil com o uso de aplicativos específicos feitos para telefones e smartphones, a maioria deles com preço baixo ou gratuitos. Veja quais são:

Gravity: funciona em celulares com sistema operacional Symbian, usado nos Nokia e em alguns modelos da Samsung e Sony Ericsson, sendo compatível com as versões S60v3 e S60v5 (com suporte a toque na tela). Permite configurar várias contas do Twitter e oferece todas as funções do serviço: ler, enviar e responder tweets, mensagens diretas, criar favoritos e atualizar a lista automaticamente, entre outros. Custa R$ 18, em média, no atalho http://tinyurl.com/dkltxb.

Nokia

Seesmic: um dos melhores clientes para Twitter no desktop também tem sua versão para smartphone, com versões para BlackBerry e Android e todos os recursos já existentes no microblog. Permite ainda enviar vídeos, fotos e localização para o Twitter com a ajuda de serviços adicionais, como TwitPic, TwitVid, entre outros. Gratuito, pode ser baixado diretamente no Android Market (para celulares com o sistema do Google) e em www.seesmic.com direto no navegador do BlackBerry.

blackberry

Twibble: aplicativo Java, funciona em celulares BlackBerry, Nokia e Sony Ericsson, e tem acesso a recursos de fotos, vídeo e localização integrados ao Twitter. Download gratuito via navegador do aparelho em http://m.twibble.de/.

Twitterrific: um dos preferidos para uso no iPhone, da Apple, e também tem uma variante para Mac. Sua versão gratuita mostra alguns anúncios, que somem na versão paga (US$ 4.99 na App Store). Traz as funcionalidades básicas do Twitter em um design diferente dos demais aplicativos do gênero. Mais em www.twitterrific.com.

Motorola

Echofon: também nascido no desktop (apenas no Mac, com extensão para Firefox), tem visual limpo e fácil de usar, também com versões gratuita (com anúncios) e paga (US$ 4,99). Mais em http://echofon.com/

Twidroid: o cliente de Twitter para Android tem quase todos os mesmos recursos do Seesmic, com design em azul. Sua versão paga (indisponível no Android Market no Brasil) tem o único diferencial de mostrar e gerenciar listas, suporte a múltiplas contas e temas diferentes. Download no Android Market ou em http://twidroid.com.

Até logo.

Monday, February 8, 2010

Philips quer aproveitar onda ecológica com sistemas LED de luz

3D

Senhores,

Esta matéria saiu no site da agência Reuters:

Mais de um século após sua fundação, a Philips uma vez mais está apostando pesadamente nos semicondutores. Desta vez, a fabricante de bens eletrônicos de consumo deseja aproveitar o potencial deles como fonte de luz.

A fabricante de uma em cada quatro lâmpadas em uso no mundo, que vendeu sua divisão de semicondutores em 2006 porque não conseguiu mais concorrer com os rivais asiáticos, investiu mais de 4 bilhões de euros (5,47 bilhões de dólares) para aproveitar a onda da tecnologia ecológica e defender sua posição mundial.

A empresa está apostando em uma mudança no mercado da iluminação, com o abandono das ineficientes lâmpadas incandescentes em troca de diodos emissores de luz --LEDs-- mais conhecidos até o momento por seu uso nos indicadores iluminados encontrados na maior parte dos produtos eletrônicos.

"Em termos de valor, por volta de 2015 os LEDs serão maiores que as fontes convencionais de luz", disse Niels Haverkorn, executivo da Philips. No quarto trimestre de 2009, os produtos de LEDs pela primeira vez responderam por mais de 10 por cento das vendas da área de iluminação da Philips.

Feito de diodos, ou chips, o primeiro LED prático, uma luz vermelha, foi desenvolvido em 1962. Agora, a tecnologia avançou a ponto de permitir que produzam luzes com todas as cores do espectro.

Para ajudar a atrair atenção ao potencial de ganho de escala dos LEDs, à sua queda de preços e à redução de emissões de gases causadores do efeito estufa que ele propicia, a Philips na virada do ano converteu os famosos números da Times Square Ball --que é baixada e erguida para simbolizar a chegada do ano novo-- à tecnologia LED.

Outras amostras da tecnologia incluíram iluminação por LEDs de moinhos de vento holandeses considerados parte do patrimônio histórico da humanidade, em Kinderdjik, e um poste de iluminação pública com LEDs acionados por energia solar, usado durante a conferência sobre o clima em Copenhagen.

As vantagens dos LED incluem a durabilidade e eficiência energética. Lâmpadas com essa tecnologia não contêm mercúrio, em contraste com as lâmpadas fluorescentes convencionais, que se tornaram a primeira alternativa às lâmpadas incandescentes, nos anos de 1980.

A Philips estima que os LEDs tenham respondido por apenas seis a oito por cento dos 45 bilhões a 50 bilhões de euros em vendas anuais de iluminação em 2009. A empresa, que vendeu 6,5 bilhões de euros nesse segmento em 2009, calcula que o mercado mundial de iluminação vá movimentar mais de 80 bilhões de euros em 2015.

Analistas alertam que a competição nesse nascente segmento vai se tornar brutal. Os principais rivais da Philips são Osram, da Siemens; General Electric, Sharp, Samsung, e a norte-americana Cree.

Antecipando-se a isso, e com as lições aprendidas com o tombo nos preços dos semicondutores, a companhia de 119 anos de existência está aumentando produção de LEDs. Onde antes a empresa costumava fabricar apenas lâmpadas, a oferta de LEDs envolve uma "solução", como uma luminária pronta.

"A técnica de produção é bastante similar à fabricação de semicondutores, em que as fábricas competem principalmente em preço", disse o analista Jan Hein de Vroe, do ING. "Nesse sentido, acreditamos que será inteligente a Philips se mover com foco em "soluções".

PREÇOS EM QUEDA

Mas mesmo com o posicionamento mais estratégico da Philips no mercado LED, os desafios que a empresa enfrenta incluem preços elevados que estão fazendo com que varejistas evitem estocar produtos com a tecnologia.

Uma luminária LED capaz de produzir luz "quente", um tipo que apenas as maiores empresas do setor como a Philips são capazes atualmente de produzir, é muito cara.

O custo atual é de cerca de 46 dólares por 1.000 lumens, medida de intensidade de luz, ou unidades de luz "quente", ante 25 dólares da variedade "fria".

Até 2015, o custo de luzes LED quentes deve recuar para 4 dólares por 1.000 lumens ante 2 dólares das luzes frias, segundo estimativas do Departamento de Energia dos Estados Unidos. O custo de produção por 1.000 lumens no caso das lâmpadas incandescentes é de 0,29 dólar.

A expectativa é que o custo de produção de luzes LED caia abaixo do custo de lâmpadas fluorescentes compactas até cerca de 2013, mas elas ainda serão mais caras que lâmpadas incandescentes.

Até logo

Interesse por IPad cai sensivelmente.

apple001 Senhores,

A empresa de comparação de preços online Retrevo realizou uma pesquisa sobre o interesse de consumidores pelo iPad, depois do anúncio oficial da Apple. Foram 1.000 entrevistados escolhidos aleatoriamente uma semana antes do lançamento do iPad e uma semana depois.

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Segundo o resultado da pesquisa, o número de pessoas que souberam da existência do iPad, mas não tiveram o interesse em comprá-lo, subiu de 26% para 52% depois de seu lançamento, em 27/1. A porcentagem de entrevistados que não viram necessidade em comprar um iPad também subiu de 49% para 61%.

A Retrevo afirma que 59% dos participantes da pesquisa também não querem pagar 130 dólares adicionais para o modelo do iPad com 3G habilitado. Outro dado da pesquisa revela que depois do lançamento do iPad, 82% dos entrevistados tinham conhecimento do produto.

Até logo.

Samsung lança HD de 2TB “ecológico”

Samsung

Senhores,

A Samsung Electronics lançou um disco rígido (HD) de alto desempenho para computadores desktops, o EcoGReen F3EG, com capacidade de até 2 Terabytes (TB).

Disponível em modelos de 1,5TB ou 2TB, a novidade possui interface SATA de 3.0 HDDGbps, recurso Native Command Queuing e buffer de memória de 16MB/32MB.

O produto é fabricado com a tecnologia EcoTriangle para oferecer um baixo consumo de energia – até 40% mais baixo que um HD comum, segundo a empresa - e menor emissão de ruídos.

O F3EG de 2TB já está disponível no mercado norte-americano, pelo preço de 179,99 dólares. A Samsung informou que ainda não tem previsão de quando o produto chegará ao mercado nacional ou quanto pode custar localmente.

Até logo.